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 Assunto da Mensagem: Ranking actualização
 Mensagem Enviado: Domingo Fev 11, 2018 10:41 am 
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cientista assíduo
cientista assíduo

Registado: Quarta Dez 09, 2015 8:17 am
Mensagens: 240
Universidade/ Instituto: Minho
Ranking acessível no link http://forum.bolseiros.org/viewtopic.php?f=8&t=6401

Relativamente à ultima actualização efectuada há quase dois meses e meio merece a pena relevar o facto de entretanto terem sido activados mais 627 novos perfis. Também que actualmente sete instituições já tem um numero de perfis activos superior ao número de docentes ETI (UL, UP, UC, UM, UN, UA, Ualg), o que significa que a esmagadora maioria das instituições não têm.

Igualmente interessante é a lista abaixo onde se comprova uma elevada assimetria entre o corpo docente/investigação de instituições públicas e o que permite compreender a sugestão feita na parte final do email abaixo, pois é difícil de entender que a diferença que por exemplo separa a UAveiro de algumas universidades públicas seja superior a 400% em vários casos e até num certo caso superior a 700%. Tenha-se também presente que existem três universidades privadas (UAutónoma, Ulusíada e UPortucalense) e dois politécnicos (IPTomar, IPPortalegre) sem um único perfil com pelo menos 1000 citações

Rácio (nº de perfis com pelo menos 1000 citações/ETIs)
para as 20 instituições de ensino superior públicas melhor classificadas

UAveiro............44%
ULisboa............29%
UNova..............27%
UAlgarve...........25%
UCoimbra..........25%
UMinho.............23%
UPorto..............23%
ISCTE................12%
UBI...................12%
UTAD................11%
UÉvora...............8%
UMadeira............8%
UAçores..............6%
IPol Porto............5%
IPol Bragança......4%
IPol Coimbra........4%
IPol Viana Cast.....3%
IPol Lisboa...........2%
IPol Leiria............1%
IPol Setúbal.........1%

_____________________________________________________________________
De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 9 de Fevereiro de 2018 9:28
Assunto: Incentivos a docentes e investigadores para irem e ou permanecerem em instituições do Interior

https://www.publico.pt/2018/02/09/sociedade/noticia/investimento-publico-tem-que-duplicar-para-cumprir-compromissos-1802508

O jornal Público dá hoje a sua versão do Relatório da OCDE, preferindo focar-se quase exclusivamente no investimento e fazendo alusão à proposta da OCDE sobre a necessidade de nova fórmula de financiamento, porque dizem a actual é complexa e opaca, esquecendo porém que no relatório está bem explicada a justificação para a presente fórmula. Na página pode ler-se:

However, the current, historical system provides stability across the system and, significantly, financial security to institutions with falling enrolment (notably in rural areas) that would be adversely affected by an activity and output-based system...the introduction of a formula funding model would...potentially destabilising weaker institutions through significant budget cuts

O que a OCDE não propõe por que tem um conhecimento limitado de Portugal, e que outros também não propõem porque para eles Portugal resume-se a Lisboa ou no máximo a uma certa faixa Litoral, é que o MCTES criasse uma descriminação positiva que levasse a que investigadores e Professores de universidades do Litoral beneficiassem de um complemento salarial de 40% se optassem por prosseguir a sua carreira em instituições do Interior, exactamente como se faz para a classe médica (Dec Lei 15/2017) https://www.sns.gov.pt/noticias/2017/01/27/atribuicao-de-incentivos/

e também que o mesmo complemento fosse alargado aos Colegas que estão em Universidades do Interior e ganhassem concursos para Universidades do Litoral, como incentivos à permanência nas mesmas, para que dessa forma se conseguisse a prazo reforçar a competitividade dessas instituições e diminuir o fosso que as separa das mais competitivas, para que no futuro seja possível introduzir uma fórmula de financiamento que permita de alguma forma premiar a produtividade e o mérito. Pois que como é evidente um sistema onde há instituições a viver próximo da "linha de água" que passarão logo a viver abaixo dessa linha caso fosse adoptada uma fórmula mais exigente é um sistema que há muito carece de ser reformado.


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