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 Assunto da Mensagem: Uma vez na vida faço minhas as palavras do Jerónimo de Sousa
 Mensagem Enviado: Segunda Abr 15, 2019 9:05 am 
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cientista sempre presente
cientista sempre presente

Registado: Quarta Dez 09, 2015 8:17 am
Mensagens: 842
Universidade/ Instituto: Minho
o qual disse recentemente que "Gostava de ver os autores do estudos das pensões a trabalharem numa fábrica aos 69 anos”. Porém diga-se em abono da verdade que como explica o catedrático jubilado Vital Moreira hoje no seu blog,

https://causa-nossa.blogspot.com/2019/04/estado-social-6-empurrar-com-barriga.html

ninguém contesta que o sistema vai entrar em défice daqui a 10 anos e que o referido estudo aponta não uma solução única mas três, onde se inclui também a redução do valor das pensões e o aumento das contribuições.

Sou por isso claramente a favor do aumento de contribuições, isto é, do aumento das reservas da segurança social por conta de medidas altamente inovadoras como seja por exemplo a de reduzir o nível de ladroagem que nos últimos 44 anos tem sangrado Portugal e que levou a o catedrático Nuno Garoupa (email abaixo) a designar o nosso país por uma kakistocracia.




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De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 3 de Abril de 2019 19:45
Assunto: Kakistocracia___O confronto entre os catedráticos Vital Moreira e Nuno Garoupa

https://observador.pt/especiais/como-a-edp-escreveu-influenciou-e-negociou-onze-diplomas-contratos-e-licencas-do-governo/

A recente noticia no link acima informa "Como a EDP escreveu, influenciou e negociou 11 diplomas..." Uma hipótese explicativa é dizer que a EDP é muito generosa e sabe que o Governo não sabe fazer fazer leis portanto deu apenas uma ajudazinha desinteressada. Há porém uma outra hipótese a que se aludiu no email abaixo.

Neste contexto merece referência o recente "confronto" entre o Vital Moreira e o Nuno Garoupa https://causa-nossa.blogspot.com/2019/0 ... racia.html

quanto a saber se em Portugal existe ou não uma kakistocracia e a verdade é que os argumentos do primeiro são muito pouco convincentes, porque revelam desde logo que o Vital Moreira está pouco familiarizado com a estatística e a representatividade das amostras quando pretende inferir o comportamento de um grupo muito numeroso através de apenas dois casos, mas principalmente porque essa tentativa fracassa de forma exemplar perante o resultado da tal investigação do Francisco Loucã e bem assim em face do desempenho de Portugal nos últimos 44 anos com sucessivas intervenções do FMI quase como se fossemos a Argentina da Europa.

Mas a melhor prova da validade da tese kakistocrática do Nuno Garoupa são as declarações do catedrático jubilado Jorge Miranda quando escreveu que "longe estamos de uma vida política saudável, coerente com a ética republicana!"

https://www.publico.pt/2018/06/28/politica/opiniao/etica-republicana-e-cidadania-solidaria-1836054




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De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 31 de Março de 2019 10:30
Assunto: Investigação do catedrático Francisco Louçã

Ainda na sequência do email abaixo felizmente que ontem mesmo o catedrático Francisco Louçã recordou no Expresso que em conjunto com outros dois académicos estudou o percurso de 776 governantes (ministros e secretários de estado) em 19 governos. Destes governantes 32% nunca o tinham sido mas depois da experiencia governativa passaram a administradores no sector privado (113 na finança, 92 na industria e energia e 43 nas áreas do imobiliário e das comunicações).

Porém como os governos não são escolas de alta administração e quem lá passa não fica por isso automaticamente graduado com o diploma de competente administrador só resta concluir que a banca e os grandes grupos económicos contrataram esses antigos governantes como administradores por uma simples razão...pela possibilidade de fazerem bons negócios com o Estado ou no mínimo para conseguirem algumas benesses desse mesmo Estado.

Agora só resta tentar adivinhar quanto é custaram ao Estado Português essas benesses e negociatas ? Será 20.000 milhões um valor excessivo ? não parece se olharmos para a noticia do link abaixo https://www.publico.pt/2018/04/17/polit ... es-1810554 onde só para as PPPs rodoviárias se estima um valor de desperdício de 11.000 milhões e não é descabido que os muitos contratos que os Governos da República assinaram com muitas empresas da área da energia não sejam igualmente fonte de iguais desperdícios ! Porém e por estanho que pareça neste país durante os últimos 44 anos apenas um cidadão Português cumpriu pena por tráfico de influências !

Concluindo, entre os 20.000 milhões que a banca fez desaparecer nos últimos 10 anos (Expresso dixit), os mais de 20.000 milhões de prejuízos por conta de benesses e negociatas de gente ligada ao PS-PSD e os mais de 20.000 milhões/ano de que se fala aqui https://www.jornaldenegocios.pt/economi ... es-por-ano alguém ainda se pode admirar porque é que Portugal está como está e tem as dividas que tem ?




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De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 30 de Março de 2019 8:35
Assunto: Público__"O Parlamento cede aos advogados (e sem vergonha)"

https://www.publico.pt/2019/03/29/polit ... os-1867244

Não admira por isso que hoje o título do Editorial do Público seja "O Parlamento cede aos advogados (e sem vergonha)". Porém o título peca por falta de rigor porque onde está a palavra Parlamento devia estar antes "PS e PSD", os dois partidos siameses por conta dos quais Portugal é a desgraça que é. Enquanto o primeiro é o maior responsável pelas sucessivas visitas do FMI já o segundo também não é flor que se cheire e está por exemplo ligado aquela profunda desgraça do BPN, sendo certo e seguro que se há uma lei primordial neste retângulo é que em qualquer vigarice que meta políticos sempre se descobre lá alguém que é do PS ou do PSD.

Assim da mesma maneira que quando há problemas num banco se separam e enviam os bons activos para um Banco Bom e a parte tóxica para um Banco Mau também faria sentido que no Parlamento se criasse uma bancada Má. Esta seria separada das outras bancadas por uma cerca ou outro tipo de vedação com características antivírus (para assim os integrantes da mesma não contagiarem os deputados das restantes bancadas), e nessa dita bancada Má seriam guardados os deputados do PS e do PSD, os quais ficariam impedidos de votar fosse o que fosse, estando lá só para fazer aquele conhecido ruído regimental e para que os Portugueses não se esquecessem do que é uma bancada Má (leia-se tóxica).




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De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 29 de Março de 2019 6:40
Assunto: O facto de um país ter advogados a mais é bom, mau ou é irrelevante ?

https://www.publico.pt/2019/03/28/socie ... es-1867097

Ainda na sequência do email abaixo que termina com uma referência pouco simpática aos advogados que trabalham com uma espécie particular de clientes, merece leitura a entrevista que ontem o Bastonário da Ordem dos Advogados deu ao Público onde diz que há neste país advogados a mais. Entrevista essa onde até afirma que há muitos que são advogados em part time só para compor o rendimento mensal o que suscita uma questão interessante, será que os advogados de menores capacidade económicas podem sentir-se mais tentados a rentabilizar aquilo que é o conhecimento das lacunas/omissões da lei, como por exemplo aquela "Quod non est in actis non est in mundo..." que permite ao Sr. Vale e Azevedo fazer a vida que faz sem rendimentos nem património ?

E será que o facto da profissão de advogado ter sido durante as últimas décadas preponderante entre os deputados da Assembleia da República não tem nada a ver com a falta de qualidade de muitas das nossas leis e também com a falta de qualidade da nossa democracia ?

Nem de propósito um catedrático de Direito escreve hoje no Público um artigo intitulado "Cleptocracia de qualidade" o qual é muito esclarecedor sobre a nossa democracia e a sua péssima qualidade. Ainda sobre o email abaixo e sobre a advocacia saiu recentemente uma publicação na Seattle University School of Law com um título interessante: "All Lawyers are Somewhat Suspect” https://digitalcommons.law.seattleu.edu ... 2/iss2/16/


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